terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Diversidade sexual


Estamos vivendo um momento de sexualidade a flor da pele, corpos nus, sarados,  blocos de carnaval de rua, homens fantasiados de mulheres, tudo parece muito natural, mas ainda assim ouvimos histórias de preconceito extremo, discriminação e homofobia.
Afinal como nos posicionamos? Qual a nossa compreensão da diversidade sexual?
Homofobia é um termo que se refere ao medo irracional e persistente ou incapacidade de reconhecer e aceitar as pessoas homossexuais. A homofobia pode  levar a uma discriminação direta, indireta ou assédio.
E a diversidade sexual significa que todos têm entendimentos diferentes sobre o que a sexualidade significa para si próprio.
A sexualidade pode significar que você se sente atraído por alguém do sexo oposto (heterosexual) do mesmo sexo (homosexual) ou de ambos os sexos (bissexuais) - não há certo, errado ou sexualidade "normal".

Quanta energia extra tantas  pessoas tem que gastar  diariamente  para provar quem são, para dissimular, para se protegerem...
Como terapeuta sexual,  conheço de perto a dor da homofobia e os efeitos devastadores do preconceito em relação à diversidade sexual.
A sexualidade é inerente ao ser humano, compreender a complexidade e a natureza multifacetada da sexualidade  é  parte da vida de todos, homens e mulheres independente de sua orientação sexual.
Exatamente por isso as diferenças de atração também fazem parte da compreensão do indivíduo como um todo, e deve ser respeitado indiscriminadamente.
Podemos ter a diversidade dentro da diversidade, sendo respeitosos uns com os outros. Ao mesmo tempo, podemos aprender muito mais sobre o que é ser humano através da compreensão da humanidade em toda a sua rica variedade. GLBTI é apenas uma sigla, independente dela cada pessoa tem seu nome, seu lugar, sua profissão... cabe a cada pessoa decidir por si mesmo, definir sua própria sexualidade e viver de bem com ela sem constrangimento, sem medo de ser feliz.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Sexo e a criatividade

Nossas motivações criativas são baseadas em algumas das nossas paixões mais primárias, como alegria, medo, raiva, amor e luxúria.
Se expressam nas letras, na  música, na  moda, fotografia e em todas as formas de arte.
A criatividade convive com o impulso primordial que é a nossa sexualidade.
E se o seu desejo por sexo é fraco, isso significa que você é menos criativo do que outros?
Amor e sexo são bons para a criatividade e vice versa.
Sexo como qualquer ato criativo,  é uma elevação dos sentidos, uma corrida sem noção de tempo, um escurecimento do mundo exterior, um estado alterado de consciência no qual a criação é o inconsciente.
O desejo promove o pensamento criativo e permite que você viva sua sexualidade plenamente.
Sexo bom é aquele que  dissolve a noção do tempo, e toda a consciência de outras partes de sua vida.
Sexualidade feliz é aquela livre do peso do passado ou qualquer ansiedade sobre o futuro.

É como o ato de criar, se você não arrisca nada, arrisca- se mais ainda.